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  >  Filmes & Seriados   >  O Diabo Veste Prada 2: glamour, nostalgia e a influência que os filmes têm sobre nós

Ontem à noite eu assisti O Diabo Veste Prada 2 — mas antes disso, na sexta-feira, resolvi reassistir o primeiro filme para refrescar a memória antes de ir ao cinema.

E sinceramente?

Eu gostei muito da continuação.

O glamour continua intacto

A primeira coisa que me chamou atenção foi como o elenco conseguiu manter a essência do primeiro filme mesmo tantos anos depois.

Especialmente Meryl Streep e Anne Hathaway.

É impressionante como elas continuam elegantes e muito bem visualmente. Não sei exatamente quais procedimentos estéticos elas fizeram ou não ao longo dos anos, mas a sensação que tive é que envelheceram muito bem — sem perder a expressão e a presença que marcaram o primeiro filme.

E falando em presença…

Meryl Streep continua absolutamente incrível.

🖤 Moda, revistas e o fascínio por Nova York

Uma coisa que eu sempre gostei em O Diabo Veste Prada é como o filme transforma Nova York quase em um personagem.

O glamour da cidade está em tudo:

  • nas ruas
  • nas revistas
  • nos desfiles
  • nas vitrines
  • nos casacos impecáveis
  • nos saltos
  • nos acessórios
  • na correria elegante da cidade

E isso me fez pensar em algo muito interessante:

o quanto os filmes moldam a forma como enxergamos certas cidades.

🗽 Minha relação com Nova York através do cinema

Quando visitei Nova York pela primeira vez, eu já tinha a sensação de “conhecer” a cidade.

Cada rua parecia familiar.
Cada esquina parecia cenário de algum filme.

E talvez isso aconteça porque o cinema construiu durante décadas a ideia de Nova York como:

  • a cidade dos sonhos
  • da moda
  • do glamour
  • das oportunidades
  • da intensidade

E, honestamente?

Mesmo sabendo que toda cidade real é diferente da fantasia cinematográfica… Nova York continua sendo uma das cidades mais impactantes que já visitei.

Comparando com outras cidades incríveis que conheci, como Roma e Milão, existe algo em Nova York que realmente parece cinematográfico.

🎥 Quando você visita um lugar que já viu nos filmes

Uma das sensações mais gostosas de viajar é visitar lugares que você viu antes através do cinema ou das séries.

E quando isso acontece, parece quase um “sonho realizado”.

Eu senti isso muito forte em Nova York.

E também quando fui para Taormina, depois de assistir The White Lotus.

Foi muito estranho — e muito bom — caminhar por lugares que já pareciam familiares para mim através da televisão.

Tudo parecia reconhecível.

E eu adoro essa sensação.

📚 O filme também desperta vontade de ler

Outra coisa que acontece comigo sempre:

quando gosto muito de um filme, começo a querer ler o livro.

Porque livros geralmente aprofundam coisas que o cinema não consegue mostrar completamente.

No caso de O Diabo Veste Prada, o filme é baseado no livro O Diabo Veste Prada, lançado em 2003.

Sem spoilers:
o livro acompanha Andrea Sachs entrando no universo brutal e glamouroso da moda ao trabalhar para uma editora extremamente exigente de uma revista fashion em Nova York.

Mas o livro aprofunda muito mais:

  • os bastidores da moda
  • a pressão psicológica
  • o desgaste emocional
  • a obsessão pela perfeição
  • e os conflitos internos da protagonista

Ou seja: quem gosta do universo do filme provavelmente vai gostar ainda mais dos detalhes do livro.

(Embora eu precise admitir: tenho tantos livros acumulados sem ler que talvez não seja uma boa ideia comprar mais um 😅)

Vale a pena assistir?

Muito.

O Diabo Veste Prada 2 consegue manter o charme, a estética e o glamour do original — enquanto traz aquela sensação nostálgica de revisitar personagens que marcaram uma geração.

E, no fim, o filme acaba falando não só sobre moda.

Mas também sobre:

  • ambição
  • imagem
  • cidade
  • status

e sobre como o cinema influencia a maneira como enxergamos o mundo.

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