👻 Insidious: revisitando uma das franquias de terror que realmente sabe assustar
Quem acompanha meu blog já sabe: eu sou apaixonada por filmes de terror, principalmente quando eles conseguem misturar mistério, sobrenatural e uma história que realmente prende a atenção.
E foi justamente por isso que resolvi revisitar uma franquia que eu tinha assistido há muitos anos, mas da qual já não lembrava de praticamente nada: Insidious.
O motivo? O sexto filme da franquia, Insidious: Out of the Further, está atualmente nos cinemas. E, quando descubro que existe um novo capÃtulo de uma franquia que eu ainda não acompanhei completamente, já sabem o que acontece: preciso assistir a tudo antes! 😂
E ainda tem um motivo extra: Patrick Wilson.
Eu gosto muito dele como ator e, curiosamente, minha relação com o terror envolvendo Patrick Wilson começou também com Invocação do Mal. Então, quando vi que ele estava novamente em uma franquia de terror que eu queria revisitar, achei que era a oportunidade perfeita.
🎬 Voltando ao primeiro Insidious
Eu provavelmente assisti ao primeiro filme há uns dez anos. O problema é que minha memória não colaborou muito e eu lembrava apenas de algumas partes da história.
Então resolvi assistir novamente.
E gostei muito mais do que imaginava.
O primeiro Insidious, dirigido por James Wan e lançado originalmente em 2011, acompanha Josh e Renai Lambert, cujo filho Dalton entra inexplicavelmente em coma. A famÃlia inicialmente acredita que a casa está assombrada, mas logo descobre que o problema é muito mais complexo — e envolve uma dimensão sobrenatural conhecida como The Further.
E aqui está uma das coisas que mais gosto nesse tipo de terror: a história realmente importa.
Não é simplesmente um filme em que alguém entra em um quarto escuro e BU! — aparece alguma coisa na tela.
Aliás, esse tipo de susto tem nome: jump scare.
E Insidious utiliza bastante esse recurso, mas não depende exclusivamente dele.
Existe toda uma construção de atmosfera, mistério e tensão que faz você ficar esperando para descobrir o que está acontecendo.
E eu gosto disso.
Muito.
😱 Terror que realmente consegue assustar
Uma das coisas que sempre digo sobre os filmes de terror atuais é que, às vezes, parece que o gênero esqueceu que uma boa história também pode ser assustadora.
Tem filme que tem tanto sangue, tanta criatura e tantos sustos que, depois de algum tempo, você começa a rir mais do que sentir medo.
Insidious, pelo menos para mim, funciona de outra maneira.
Ele consegue criar aquela sensação incômoda de:
“Tem alguma coisa errada aqui.”
E eu adoro quando um filme consegue fazer isso.
Não precisa necessariamente mostrar tudo.
Às vezes, é muito mais assustador imaginar o que está atrás daquela porta.
🔥 E aà veio o segundo filme…
Depois de rever o primeiro, comecei imediatamente Insidious: Chapter 2.
E uma das coisas que mais gostei foi perceber como o segundo filme não simplesmente começa uma nova história.
Ele pega acontecimentos do primeiro filme e começa a preencher algumas lacunas.
Coisas que pareciam pequenas ou inexplicáveis no primeiro capÃtulo começam a fazer sentido.
E isso é muito legal em uma franquia de terror, porque dá aquela sensação de que os roteiristas realmente estavam construindo uma mitologia.
A franquia, inclusive, tem uma cronologia um pouco confusa porque os filmes não foram lançados na ordem dos acontecimentos. Chapter 3 e The Last Key funcionam como prequels, enquanto The Red Door retoma diretamente a história da famÃlia Lambert.
👀 Agora estou indo para o terceiro…
E é exatamente aqui que estou neste momento.
Já assisti aos dois primeiros e estou partindo para Insidious: Chapter 3.
Depois ainda faltam Insidious: The Last Key e Insidious: The Red Door antes de finalmente chegar ao sexto filme, Insidious: Out of the Further.
Ou seja: ainda tenho uma pequena maratona de terror pela frente. 😂
E estou gostando da experiência de rever a franquia dessa maneira, principalmente porque agora consigo perceber conexões que provavelmente passaram completamente despercebidas quando assisti ao primeiro filme anos atrás.
🩸 Minha primeira impressão da franquia
Até agora, minha opinião é bastante positiva.
Gosto de terror que consegue entregar mistério + atmosfera + uma história interessante + alguns bons sustos.
E Insidious tem exatamente essa combinação.
Ainda não terminei minha maratona, então não quero dar uma opinião definitiva sobre toda a franquia. Mas, pelo menos pelos dois primeiros filmes, posso dizer:
sim, vale a pena voltar para The Further.
E agora quero terminar todos os capÃtulos para descobrir se o sexto filme realmente faz jus a toda essa história.
PS ALARM
Uma coisa que me chamou atenção durante essa maratona foi uma possÃvel homenagem a Ed e Lorraine Warren.
Enquanto assistia aos filmes, percebi uma coincidência curiosa: no primeiro Insidious, a mãe de Josh se chama Lorraine Lambert. Já em Insidious: Chapter 3, Elise tem um cachorro chamado Warren.
E fui pesquisar para descobrir se estava enxergando coisa onde não existia. 😂 E não estava! O nome do cachorro Warren é apontado justamente como uma homenagem aos famosos investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren.
A curiosidade fica ainda maior porque Insidious e The Conjuring têm uma conexão muito forte nos bastidores. As duas franquias foram dirigidas por James Wan, e Patrick Wilson está nas duas — em Insidious como Josh Lambert e em The Conjuring como Ed Warren.
Apesar de todas essas conexões, é importante dizer que as franquias não fazem parte do mesmo universo. Insidious não é baseado nos casos dos Warren e não existe uma ligação oficial entre as histórias.
Ainda assim, achei muito divertida essa espécie de “easter egg” para os fãs de terror. E agora que percebi, fico pensando em quantas outras referências podem estar escondidas nesses filmes que passaram completamente despercebidas por mim na primeira vez que assisti. 👀
Afinal, aparentemente, até no universo de Insidious os Warren conseguiram dar um jeito de aparecer.
Porque, aparentemente, quando se trata de Insidious, a porta vermelha nunca fica realmente fechada. 👻