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  >  Música   >  💜 BTS em Lima: do perrengue do ingresso à depressão pós-show — minha saga completa para vê-los no Peru

Tem gente que acha que ir a um show significa comprar o ingresso, chegar ao local, assistir à apresentação e voltar para casa.
Quando o assunto é BTS, descobri que não funciona exatamente assim. 😂
O show propriamente dito durou cerca de duas horas e meia, mas a minha experiência começou muito antes. Teve guerra para conseguir ingresso, VPN, passagem internacional, hotel, planejamento de segurança, viagem sozinha para outro país, freebies, fila, mais fila, espera, pista, emoção, gritaria e, quando finalmente tudo terminou, aquela sensação de:
“Tá… e o que eu faço da minha vida agora?”
Sim, a famosa depressão pós-show.
Mas antes de chegar nela, precisamos voltar ao início dessa história.
💜 A timeline da minha saga BTS
1. A guerra pelo ingresso 🎟️
↓
2. Ingresso conseguido! Agora preciso chegar ao Peru ✈️
↓
3. Passagem + hotel 🏨
↓
4. Planejamento de transporte e segurança 🚕
↓
5. Finalmente, Lima! 🇵🇪
↓
6. Freebies e a atmosfera pré-show 🎁
↓
7. A fila 👥
↓
8. A estrutura e organização do evento 🏟️
↓
9. Entramos! Agora é esperar de novo 😂
↓
10. A missão para conseguir um bom lugar na pista 💜
↓
11. BTS NO PALCO! 🥹
↓
12. Duas horas e meia depois: já acabou?! 😭
↓
13. Saída do estádio e volta em segurança 🚕
↓
14. A famosa depressão pós-show 🥲
↓
15. Missão cumprida: EU VI O BTS! 💜
Porque show grande é praticamente um jogo com várias fases.
E eu sobrevivi a todas elas.
🎟️ ETAPA 1 — A guerra pelo ingresso
O primeiro perrengue começou antes mesmo de o Peru entrar nos meus planos.
Quando descobri que não estaria no Brasil justamente nas datas em que o BTS passaria por aqui, comecei a procurar outras possibilidades.
Depois de tanto esperar para vê-los, simplesmente aceitar que perderia essa oportunidade não parecia uma opção.
Comecei, então, a tentar ingressos em outros países. Só que não conseguia finalizar as compras. Não sei afirmar exatamente qual era a restrição, mas parecia haver algum tipo de bloqueio ou limitação para quem estava tentando comprar de fora do país.
Até que surgiu uma data extra em Lima, no Peru.
Era a minha chance.
Só que, claro, não poderia ser tão simples assim. 😂
Também tive dificuldade para acessar a venda normalmente. A solução que encontrei foi contratar uma VPN para conseguir fazer o acesso como se estivesse no Peru.
E funcionou!
Finalmente consegui o ingresso.
E melhor:
PISTA!
Naquele momento achei que tinha vencido a guerra.
Na realidade, tinha acabado de passar pela primeira fase.
✈️ ETAPA 2 — Tenho ingresso! Pequeno detalhe: o show é em outro país
É engraçado como funciona a cabeça de fã.
Primeiro você só consegue pensar:
“PRECISO CONSEGUIR O INGRESSO!”
Você consegue.
Comemora.
Respira.
E então percebe:
“Ah, sim… agora preciso chegar ao Peru.” 😂
Comprei minha passagem pela SKY Airline e gostei bastante da experiência.
É uma companhia low cost, então embarquei sabendo qual era a proposta. Não existem todas as comodidades de uma companhia aérea tradicional e o serviço de bordo, por exemplo, precisa ser pago separadamente.
Para mim, não foi um problema.
O voo foi super tranquilo, o atendimento foi ok e achei o preço acessível. Para uma viagem relativamente curta e cujo principal objetivo era chegar ao Peru para o show, atendeu perfeitamente ao que eu precisava.
Minha experiência foi positiva e viajaria novamente pela companhia.
🏨 ETAPA 3 — Escolhendo onde ficar em Lima
Depois da passagem, veio a hospedagem.
Reservei pelo Hotels.com e escolhi o Manhattan Inn Airport Hotel, principalmente pensando na logística. Queria ficar em uma região que facilitasse tanto o deslocamento para o aeroporto quanto para o Estádio San Marcos.
É um hotel simples.
Quando cheguei, minha primeira impressão foi de que o quarto estava limpo, e o atendimento também foi ok.
Durante a estadia, porém, percebi que a limpeza do quarto precisava ser solicitada. Como minha viagem era muito rápida e meu objetivo principal era o show, acabei eu mesma organizando e limpando algumas coisas.
A localização ao redor também não foi uma região que particularmente me agradou.
Mas aqui entra uma questão de expectativa.
Eu não estava procurando uma hospedagem luxuosa nem um hotel para passar vários dias aproveitando suas instalações. Precisava de um lugar para dormir durante uma viagem rápida, com um preço mais acessível e que atendesse à minha logística.
Para isso, funcionou.
Para dois ou três dias e com esse mesmo objetivo, pode atender. Para uma viagem mais longa ou para quem procura mais conforto, eu recomendaria pesquisar outras opções.
🚕 ETAPA 4 — Mulher viajando sozinha: segurança também faz parte do planejamento
Uma das coisas com as quais mais me preocupei foi o transporte.
Eu estava viajando sozinha em outro país e precisaria me deslocar, inclusive à noite e depois de um evento com milhares de pessoas.
Durante minhas pesquisas encontrei a Go Ladies Perú, um serviço de transporte realizado por motoristas mulheres.
E essa é uma dica que faço questão de deixar para outras mulheres que pretendem viajar sozinhas.
O valor pode ser um pouco superior ao de outras alternativas, mas acredito que existem situações nas quais vale a pena investir um pouco mais para se sentir mais segura.
Para mim, essa foi uma delas.
Ter a possibilidade de fazer o deslocamento com uma motorista mulher me deixou mais confortável.
Isso não significa, claro, que qualquer serviço consiga eliminar completamente os riscos de uma viagem. Os cuidados normais continuam sendo importantes. Mas gostei da alternativa e fica como uma opção para outras mulheres pesquisarem caso estejam planejando uma viagem para Lima.
Segurança também faz parte do orçamento de uma viagem.
🇵🇪 ETAPA 5 — Finalmente, Lima!
Até aqui tínhamos:
Ingresso? ✔️
Passagem? ✔️
Hotel? ✔️
Transporte? ✔️
Eu fisicamente no Peru? ✔️
Agora era só assistir ao show.
HAHAHAHA.
Não.
Ainda tínhamos algumas fases pela frente.
🎁 ETAPA 6 — Freebies: pequenos presentes que carregam grandes lembranças
Uma coisa muito legal da cultura dos shows de K-pop são os famosos freebies.
Para quem não conhece, são pequenos presentes relacionados ao artista que os próprios fãs produzem para distribuir para outros fãs durante shows e eventos.
Pode ser uma photocard, pulseirinha, adesivo, cartão, chaveiro, algum doce ou uma lembrancinha feita especialmente para aquele evento.
E acho essa tradição muito bonita.
Porque o mais interessante não é necessariamente o valor do presente.
Às vezes aquela pessoa nunca viu você na vida.
Talvez vocês nunca mais se encontrem.
Mas naquele momento existe algo em comum:
vocês estão ali pelo BTS.
Alguém dedicou tempo para preparar aquelas lembrancinhas e decidiu distribuí-las para outras pessoas simplesmente porque fazem parte do mesmo fandom.
E depois aquilo ganha outro significado.
Uma photocard deixa de ser apenas uma photocard.
Passa a ser:
“Ganhei isso no dia em que fui ver o BTS em Lima.”
E vira mais uma pequena lembrança física de tudo que aconteceu naquele dia.


👥 ETAPA 7 — A fila do BTS
E finalmente chegamos a uma das etapas inevitáveis de qualquer grande show:
a fila.
No Brasil, por ser PCD, estou acostumada a utilizar atendimento e filas preferenciais nos eventos. E, para mim, isso não significa simplesmente “entrar primeiro”. Também envolve acessibilidade e segurança.
Em Lima, porém, não encontrei o mesmo procedimento de entrada antecipada que estou acostumada a encontrar no Brasil.
Por isso precisei permanecer na fila geral.
Esse foi um dos pontos negativos da minha experiência.
Cheguei aproximadamente entre 16h30 e 17h, e já havia bastante gente.
Mas, a partir daqui, preciso fazer um elogio:
achei a organização do evento muito boa.


🏟️ ETAPA 8 — A organização do show me surpreendeu
Estamos falando de um show do BTS.
Ou seja: milhares de pessoas ansiosas, muita gente querendo chegar o mais perto possível e um público que passou bastante tempo esperando.
Isso poderia facilmente virar um caos.
Mas não foi o que senti.
Uma das coisas que mais me chamou atenção foi a maneira como as filas foram organizadas.
Em vez de simplesmente existir uma multidão enorme amontoada em uma única fila, o público era dividido em blocos, com grupos de aproximadamente 100 ou algumas centenas de pessoas.
Isso fazia bastante diferença.
Você sabia onde deveria ficar e havia uma ordem para controlar aquela quantidade enorme de gente.
🍔 Havia estrutura para quem passaria horas esperando
Outro ponto positivo foi que a organização não pareceu pensar apenas na entrada.
Afinal, passaríamos bastante tempo ali.
Havia pontos para compra de alimentos e bebidas, o que é importante quando você fica horas aguardando.
Também havia banheiros químicos organizados para atender ao público.
E havia uma espécie de cabana/posto de enfermaria, com estrutura para atender quem precisasse de assistência.
Isso é especialmente importante em um evento desse tamanho.
São milhares de pessoas em pé durante horas, algumas enfrentando cansaço, calor, ansiedade e toda a intensidade física de um show.
Ter um local de atendimento médico disponível me passou uma sensação maior de organização e segurança.
Então, tirando a questão da acessibilidade que mencionei, minha impressão da estrutura externa foi muito positiva.


🚪 ETAPA 9 — Abriram os portões! Mas ninguém saiu correndo de uma vez
Outro ponto que gostei bastante foi a forma como aconteceu a entrada.
Existe um momento potencialmente perigoso em qualquer show com pista:
a abertura dos portões.
Todo mundo quer entrar.
Todo mundo quer chegar mais perto.
Todo mundo quer a grade.
Se simplesmente liberarem milhares de pessoas ao mesmo tempo, não é difícil imaginar o resultado.
Em Lima, isso foi conduzido de uma maneira que achei muito mais segura.
As pessoas eram liberadas por levas.
Os grupos iam entrando aos poucos, seguindo aquela organização que já existia do lado de fora.
Achei isso excelente.
Diminui a correria, os empurrões e o risco de alguém tropeçar ou cair enquanto centenas de pessoas tentam chegar ao mesmo lugar.
Para mim, que também tenho uma preocupação adicional com segurança por ser PCD, esse controle fez bastante diferença.
Finalmente entrei!
E pensei:
“Agora acabou a espera!”
Não.
😂

💜 ETAPA 10 — Entrei. Agora começa a segunda espera
Quem frequenta shows sabe exatamente do que estou falando.
Existe a espera pelo ingresso.
A espera pela viagem.
A espera na fila.
A espera para entrar.
E então…
a espera pelo show.
😂
Como meu ingresso era pista, ainda existia outra missão:
conseguir um bom lugar.
Depois de tudo que fiz para chegar até ali, queria pelo menos conseguir enxergar os meninos relativamente bem.
E consegui!
Fiquei perto do palco.
Existe uma distância entre a grade e o palco, então não dava para efetivamente tocar neles — infelizmente 😂 —, mas consegui vê-los muito bem e bem de perto.
Depois disso, meu lugar virou praticamente um patrimônio.
Agora era olhar para o palco.
Olhar para o relógio.
Olhar para o palco novamente.
Mais cinco minutos.
Olhar de novo.
Até que finalmente…
🥹 ETAPA 11 — BTS!
Depois de ingresso.
VPN.
Passagem.
Aeroporto.
Hotel.
Transporte.
Fila.
Entrada.
Pista.
E mais espera.
Eles apareceram.
E é muito difícil traduzir aquele primeiro momento.
Eu consegui vê-los de perto.
Gritei.
Cantei.
Me emocionei.
E tentei aproveitar o máximo possível.
O show durou aproximadamente duas horas e meia.
Só que passou muito rápido.
É curioso porque passamos tanto tempo esperando por alguma coisa que, quando finalmente acontece, parece durar alguns minutos.
Uma coisa é acompanhar o BTS pelas músicas, vídeos, apresentações e redes sociais.
Outra completamente diferente é olhar para o palco e perceber:
“Eles estão realmente ali.”
E ainda pensar:
“Eu realmente consegui chegar até aqui.”
💜
As fãs peruanas também deram um show à parte.
Posso dizer tranquilamente que as ARMYs do Peru conseguem competir com as brasileiras no mesmo nível de loucura. 😂
A energia estava lá em cima.
Foi emocionante, intenso e exatamente aquele tipo de experiência que a gente sabe que vai guardar.
💧 O ponto da organização que poderia melhorar bastante: água
Apesar de eu ter gostado muito da organização geral, nem tudo foi perfeito.
Um ponto que realmente achei que poderia ser melhor foi a distribuição de água.
A água era oferecida em pequenos copos.
Para um evento daquele tamanho e duração, achei pouco prático.
Estamos falando de pessoas que passaram horas na fila e depois continuaram por várias horas dentro do estádio, muitas delas em pé na pista.
Na minha opinião, deveria existir alguma forma mais eficiente de disponibilizar água, como recipientes individuais fechados e seguros, desde que obviamente fossem compatíveis com as regras de segurança do estádio.
Em um evento com grandes aglomerações, hidratação não deveria ser tratada apenas como uma comodidade.
É também uma questão de segurança.
♿ Meu balanço sobre a organização
Se eu tivesse que resumir a organização do evento, separaria os pontos.
Acessibilidade: poderia melhorar. Senti falta de uma estrutura de fila preferencial para PCD semelhante à que encontro no Brasil, principalmente considerando a questão da segurança.
Distribuição de água: também poderia melhorar bastante.
Mas em relação à organização geral do público, minha experiência foi excelente.
As filas eram divididas.
Havia controle dos grupos.
Havia alimentação e bebidas disponíveis.
Havia banheiros químicos.
Havia atendimento médico.
A entrada não aconteceu de forma descontrolada.
O público foi liberado por levas.
E eu não tive aquela sensação de caos que poderia facilmente acontecer quando milhares de pessoas querem chegar o mais perto possível do BTS.
A organização de um evento também faz parte da experiência de um show.
E, tirando as ressalvas que mencionei, saí com uma impressão muito positiva da organização em Lima.

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😭 ETAPA 12 — Como assim já acabou?
Depois de duas horas e meia…
Acabou.
E existe algo quase injusto nessa matemática.
Você passa dias, semanas ou meses planejando.
Compra ingresso.
Compra passagem.
Reserva hotel.
Pega avião.
Vai para outro país.
Passa horas esperando.
E então aquelas duas horas e meia simplesmente…
passam.
Mas ainda havia uma última questão logística:
como voltar para o hotel?
🚕 ETAPA 13 — A volta também precisa ser planejada
Tem uma parte que esquecemos enquanto estamos desesperados tentando comprar ingresso:
milhares de pessoas vão sair daquele lugar praticamente ao mesmo tempo.
😂
Foi justamente por isso que ter pensado antecipadamente no transporte fez diferença para mim.
Como estava viajando sozinha, saber como faria minha volta trouxe muito mais tranquilidade.
E é aqui que reforço novamente a dica da Go Ladies Perú.
Às vezes tentamos economizar em absolutamente tudo durante uma viagem.
Mas aprendi que existem coisas nas quais pagar um pouco mais pode valer muito a pena.
Tranquilidade também faz parte da viagem.
🥲 ETAPA 14 — A famosa “depressão pós-show”
E aí acontece uma coisa engraçada.
Durante muito tempo existe sempre uma próxima etapa.
Conseguir o ingresso.
Comprar a passagem.
Reservar o hotel.
Preparar a viagem.
Chegar ao Peru.
Chegar ao estádio.
Entrar.
Conseguir um lugar.
Esperar.
Assistir ao show.
E então…
não existe mais a próxima etapa.
Acabou.
Existe até uma expressão muito usada entre fãs para descrever essa sensação: “depressão pós-show”, ou post-concert blues.
É importante deixar claro que estamos usando “depressão” aqui como uma expressão popular, e não como diagnóstico de depressão clínica.
É aquela mistura de vazio, saudade e queda de energia que pode aparecer depois de uma experiência que foi muito aguardada e emocionalmente intensa.
E, pensando bem, faz todo sentido.
A expectativa também fazia parte da experiência.
Durante muito tempo eu tinha algo enorme para esperar.
E não era simplesmente:
“Vou a um show.”
Era:
“Vou para outro país assistir ao BTS.”
De repente, aquilo que estava no futuro virou passado.
É quase uma sensação de:
“Eu esperei tanto por isso… como assim agora já é uma lembrança?”
Talvez por isso a gente queira rever todos os vídeos.
Olhar as fotos.
Ouvir novamente as músicas.
Organizar os freebies.
Conversar sobre cada segundo.
E, no meu caso, até escrever este post.
É uma maneira de prolongar um pouquinho uma experiência que passou rápido demais.
💜 ETAPA 15 — Missão cumprida: EU VI O BTS!
Quando toda a euforia passa, fica a lembrança.
E olhando para trás percebo que minha experiência com o BTS em Lima não pode ser resumida às duas horas e meia em que eles estiveram no palco.
O show era o destino. A experiência foi todo o caminho.
Foi descobrir que eu não estaria no Brasil nas datas daqui e procurar outro país.
Foi tentar comprar ingresso e não conseguir.
Foi descobrir uma data extra.
Foi contratar VPN.
Foi finalmente conseguir o ingresso.
E ainda por cima pista.
Foi comprar passagem.
Pesquisar hotel.
Pensar na minha segurança viajando sozinha.
Viajar para o Peru.
Descobrir os freebies.
Encontrar outras ARMYs.
Chegar ao estádio.
Enfrentar a fila.
Observar toda aquela organização.
Entrar.
Esperar novamente.
Conseguir um lugar bom.
Olhar para o palco.
E finalmente pensar:
“Eu consegui.”
Para algumas pessoas, viajar para outro país por causa de um show pode parecer exagero.
Mas não são apenas duas horas e meia de música.
São todas as histórias que acontecem antes, durante e depois.
São as pessoas que encontramos.
São as lembrancinhas que levamos para casa.
São as fotos.
São os vídeos.
São as músicas que, depois daquela noite, passam a carregar uma memória completamente diferente.
É até aquela saudade estranha que aparece quando tudo termina.
Eu fui até Lima para assistir ao BTS.
E voltei com uma viagem inteira para contar.
Depois da guerra pelo ingresso, da VPN, do avião, do hotel, da preocupação com segurança, dos freebies, da fila, da espera, da emoção e até da famosa depressão pós-show, só consigo chegar a uma conclusão:
faria tudo novamente. 💜

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